quarta-feira, 14 de abril de 2010

As queimadas

A história das queimadas no Brasil

As queimadas no Brasil cresceram muito nos últimos anos. Mas a preocupação com esse assunto já é antiga. Ainda em 1820, José Bonifácio de Andrada e Silva disse que as queimadas são um ato de “ignorância, associada à preguiça e má fé”. Um exemplo dessa escalada é que em 2001 foram registrados 145 mil focos de calor pelos satélites do Inpe contra 359 mil em 2002, ou seja, mais que o dobro. Uma média simples de 2000 a 2007 mostra 588 mil focos de calor por ano, com recordes absurdos como os de 2004, quando o Inpe registrou 1,2 milhão. As razões para tal crescimento é ampliação da fronteira agrícola e também, no caso de 2004, o clima seco. Em 2006, houve uma queda quando foram 520 mil focos, as explicações foram menor investimento do agronegócio, mais chuvas e a fiscalização intensa.

A aluna Marceli Barreto da turma:200 teve com fonte para esta pesquisa este link: http://ambiente.hsw.uol.com.br/queimadas3.htm

Basil mais conservado.

Brasil vai criar 10 milhões de hectares de unidades de conservação

reunião com os presidentes dos parlamentos da Noruega, Dag Tarje Andersen, e do Povo Sami, Egil Olli, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse nesta segunda-feira (12/4)que iniciativas como o Fundo Amazônia podem mostrar ao mundo que o Brasil é capaz de assumir seus compromissos e reduzir o desmatamento da Floresta Amazônica.

Ela falou à comitiva norueguesa que o Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) faz parte da estratégia brasileira para criar novas unidades de conservação (UC), e adiantou que serão criados 10 milhões de hectares de UCs na Amazônia nos próximos 10 anos, na segunda fase do Arpa. Nos últimos sete anos, o Brasil foi responsável pela criação de 70% de todas as unidades de conservação criadas no mundo. Para a ministra, o Fundo Amazônia é a base para a implementação do Programa.

A Noruega foi o primeiro país a fazer doação para o Fundo Amazônia. No primeiro ano, foram doados US$ 140 milhões. O governo norueguês anunciou, no entanto, que suas doações podem totalizar US$ 1 bilhão até 2015, condicionadas à redução do desmatamento nos anos anteriores. A ministra disse que o governo brasileiro trabalha na capacitação social para que todos os grupos da região amazônica interessados possam enviar seus projetos e requerer recursos do Fundo.

Ela destacou a redução de 51% do desmatamento da Amazônia de agosto de 2009 a fevereiro de 2010, comparado ao mesmo período anterior. "É uma queda sobre o menor índice da história", salientou Izabella, ao lembrar que entre agosto de 2008 e julho de 2009 o Brasil registrou a menor taxa de devastação dos últimos 21 anos (quando o monitoramento começou a ser feito), com 7 km² de floresta desmatada.

A ministra explicou ao presidente Andersen que a queda é resultado tanto das ações de repressão ao crime ambiental executadas pela Comissão Interministerial de Combate ao Crimes e Infrações Ambientais (Ciccia) - que conta com o Ibama, Polícia Federal e Força Nacional - quanto das alternativas sustentáveis para os municípios e povos da floresta. Dentre elas, as políticas para a sociobiodiversidade, como a que garante preço mínimo para produtos como o açaí, babaçu, borracha, carnaúba, castanha, pequi e piaçava.

Para este ano, Izabella adiantou que dez novos itens serão incluídos nesta lista. A garantia de preço mínimo para esses produtos proporciona renda para as comunidades tradicionais e amplia a proteção da floresta, uma vez que as árvores em pé garantem o sustento das populações locais.

A ministra também citou a operação Arco Verde, que leva alternativas de desenvolvimento sustentável para os 43 municípios que mais desmataram a Amazônia em 2008.

Para ela, o Macrozoneamento Ecológico-Econômico da Amazônia Legal vai permitir o desenvolvimento sustentável da região, tanto na área urbana quanto na rural.

Mudança climática - Izabella pediu ainda o apoio dos noruegueses à convenção do clima, que acontecerá em dezembro em Cancún. Segundo ela, o Brasil vai "trabalhar fortemente" pelo diálogo entre os países a fim de

alcançar um bom resultado na conferência. ASCOM.


Esta foi o assunto que o aluno: Leonardo Custódio da turma: 200 enviou ao nosso blog

terça-feira, 13 de abril de 2010

O que é ecossistema?


Ecossistema

Ecossistema é uma comunidade de organismos que interagem entre si e com o meio ambiente ao qual pertencem.

Entenda o ecossistema: faz parte de um sistema, todos os componentes abióticos (sem vida), como, por exemplo, minerais, íons, compostos orgânicos e clima (temperatura, precipitações e outros fatores físicos).

Publicação enviada pela aluna: Gorgeana da turma: 200

Faça a sua parte!

Pequenos detalhes que ajudam a conservar o meio ambiente

Algumas pessoas se perguntam " O que fazer na prática para melhorar o meio ambiente?". Na maioria das vezes, esses atos que fazemos para contribuir com a preservação do meio ambiente são fáceis e simples de se fazer.

Aí vai uma lista de
idéias que para alguns, além de certos itens não parecerem importantes, são feitos sem o mínimo esforço, mas que se pararmos para pensar, percebemos como são importantes para a nossa vida e todos os seres vivos

  • Reciclar o lixItálicoo.
  • Andar de bicicleta, ônibus ou a pé sempre que puder.
  • Não demorar muito no banho.
  • Quando lavar louça, passe sabão em tudo, e só depois enxagüe.
  • Troque as suas lâmpadas convencionais por fluorescentes
  • Use sacolas ecológicas para suas compras.
  • Tem um espaço livre no seu quintal? Plante uma árvore!
  • Apague as luzes quando sair do local que estiver.
  • Compre papel reciclado.
  • Usou um lado do papel? Errou? Use o outro lado.
  • Feche a torneira para escovar os dentes e ou fazer a barba.
  • Use balde para lavar o carro.
Publicação enviada pelo aluno: Deivid da turma: 200

segunda-feira, 12 de abril de 2010

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Lixão do pacífico


Programa Fantástico (Rede Globo) trouxe à tona um problema antigo produzido pelas sociedades: O Lixão do Pacífico. Muitas organizações já se pronunciaram a respeito desta mazela produzida por cada um de nós, quando despretensiosamente jogamos no rio, no mar ou galerias das redes de esgoto objetos que se tornarão lixo.

Entre o litoral da Califórnia e o Havaí, uma área enorme ganhou um triste apelido: o Lixão do Pacífico. Levadas pela corrente marítima, toneladas e toneladas de sujeira, produzidas pelo homem, se acumulam num lugar que já foi um paraíso.

Um oceano de plástico, uma sopa intragável, de tamanho incerto e aproximadamente 1,6 mil quilômetros da costa entre a Califórnia e o Havaí e que, segundo estimativas, seria maior do que a soma de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás.

É o Pacífico, o maior dos oceanos, agredido pela humanidade onde a humanidade raramente chega. Há plástico e plâncton, lixo e alimento, tudo misturado. Poluindo o paraíso, confundindo as aves, criando anomalias .



Esta reportagem foi enviada pela aluna:Gabriela Palau da turma:200